O imblóglio em torno da questão da suplementação orçamentária, que polarizou os debates políticos na Assembleia Legislativa nos últimos dois meses, teve origem bem distante do ato de estimativa de receitas e despesas que caracteriza o orçamento público. E, muito menos ainda, foi motivado pelo desejo de criação de mecanismos de transparência e controle social da execução orçamentária.
Se assim fosse, os mesmos que travaram a discussão e protelaram a votação do Projeto de Suplementação Orçamentaria não teriam aprovado índices bem maiores em anos anteriores ou, atualmente, em municípios/estados governados por seus correligionários. Ou ainda, não teriam apresentado proposição destinando 21 milhões de reais para emendas parlamentares (que, de tão absurda, foi retirada).
Suplementação orçamentária é um procedimento usualmente utilizado em todas as administrações públicas como forma de corrigir e adaptar o orçamento às demandas que surguem quando de sua execução. (Veja aqui comentário técnico sobre esse assunto).
Leia texto na íntegra aqui.
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Nominuto Deputados aprovam aumento da margem de remanejamento do OGE
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Fonte: Assesoria do Mandato

No último domingo, o jornal Tribuna do Norte publicou pesquisa da Certus sobre "Avaliação dos...

antonia fernandes, Biologa
Parabéns Mineiro, pela coerência em sua prática política.
hudson alves, recepcionista
É isso aí, Mineiro. Tô contigo e não abro, meu voto é seu!!!!
ana lucia moreira , professora
Parabens deputado, fiquei feliz por nossa classe ter um defensor digno. A classe politica...


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